Acostuma-nos com um estereótipo perfeito, já vem embutido quando nascemos, primeiro devemos parecer com bonecas, depois com manequins; na maioria dos casos, pouco importa o QI, seremos mais bonitos quanto mais claros os nossos olhos, quanto mais altos formos, quanto mais lisos nossos cabelos e quanto mais magros melhor. Isso está na televisão, nas revistas, nos filmes, nas ruas, isso está nos grupos de amigos, estampado na expressão das pessoas quando nos olham dos pés à cabeça.
» Direção: Harmony Korine
» Roteiro: Harmony Korine
» País do Origem: USA
» Ano de Lançamento: 1997
» Gênero: Drama
Elenco
» Jacob Sewell
» Nick Sutton
» Lara Tosh
» Jacob Reynolds
» Chloë Sevigny
- Eu não sou estranha quanto eu imaginava.
Inevitavelmente é a primeira idéia que vem à mente já no início deste filme.
Preciso vê-lo novamente, senti que precisa ser mastigado, mas também não pretendo ver tantas vezes para que a indignação inicial não transforme-se em algo banal como acontece com tantas coisas em nosso cotidiano, quando a violência não nos choca mais, quando deixamos de nos rebelar contra preconceitos, corrupção, etc.
O início é estranho, um narrador fala sobre um tornado que passa pela cidade de Xenia, no Estado de Ohio, nos EUA, no ano de 1974, dá a entender que o filme se desenrolará em torno disso, mas não.
Diversas pessoas e situações fora do “padrão”, em histórias paralelas, uma tão chocante quanto a outra.
Há certa semelhança com Kids e Ken Park, ambos dirigidos por Lary Clark, não apenas pela presença de Chloë Sevigny (Jennie no filme Kids), a título de curiosidade pesquisei e descobri que é da mesma roteirista, aqui também diretor.
Acostuma-nos com um estereótipo perfeito, já vem embutido quando nascemos, primeiro devemos parecer com bonecas, depois com manequins; na maioria dos casos, pouco importa o QI, seremos mais bonitos quanto mais claros os nossos olhos, quanto mais altos formos, quanto mais lisos nossos cabelos e quanto mais magros melhor. Isso está na televisão, nas revistas, nos filmes, nas ruas, isso está nos grupos de amigos, estampado na expressão das pessoas quando nos olham dos pés à cabeça.
Não é tão simples assim “comum”, também não é assim a realidade, este filme evidencia isso.
Inevitavelmente é a primeira idéia que vem à mente já no início deste filme.
Preciso vê-lo novamente, senti que precisa ser mastigado, mas também não pretendo ver tantas vezes para que a indignação inicial não transforme-se em algo banal como acontece com tantas coisas em nosso cotidiano, quando a violência não nos choca mais, quando deixamos de nos rebelar contra preconceitos, corrupção, etc.
O início é estranho, um narrador fala sobre um tornado que passa pela cidade de Xenia, no Estado de Ohio, nos EUA, no ano de 1974, dá a entender que o filme se desenrolará em torno disso, mas não.
Diversas pessoas e situações fora do “padrão”, em histórias paralelas, uma tão chocante quanto a outra.
Há certa semelhança com Kids e Ken Park, ambos dirigidos por Lary Clark, não apenas pela presença de Chloë Sevigny (Jennie no filme Kids), a título de curiosidade pesquisei e descobri que é da mesma roteirista, aqui também diretor.
Acostuma-nos com um estereótipo perfeito, já vem embutido quando nascemos, primeiro devemos parecer com bonecas, depois com manequins; na maioria dos casos, pouco importa o QI, seremos mais bonitos quanto mais claros os nossos olhos, quanto mais altos formos, quanto mais lisos nossos cabelos e quanto mais magros melhor. Isso está na televisão, nas revistas, nos filmes, nas ruas, isso está nos grupos de amigos, estampado na expressão das pessoas quando nos olham dos pés à cabeça.
Não é tão simples assim “comum”, também não é assim a realidade, este filme evidencia isso.
Marcadores: Chloë Sevigny, Cinema Americano, Drama, Gummo, Harmony Korine
Assim como o Kids é focado em adolescentes, o interessante é que ele vai além de sexo e drogas, mas, ainda neste contesto, mostra suas relações familiares, aspectos psicológicos, problemas como alcoolismo, pedofilia, homossexualidade, homicídio, fanatismo religioso, suicídio, violência doméstica, incompreensão, etc.
Achei Kids, forte, simples e precário – o que não chega a ser ruim, porque é como um filme que trata de assuntos cotidianos deve ser -, mas sem dificuldade, conseguiu o que pretendia: ilustrar a realidade dos adolescentes e os problemas que surgem com a inserção nas drogas e sexo, cada vez mais cedo.Quando meu namorado disse que havia outro filme do Larry Clark, fiquei morrendo de vontade de ver, baixei, mas deixei-o “mofando” por alguns meses.
Ouvi comentários sobre ser praticamente um filme pornô e desanimei um pouco.
Uma noite dessas, livre de qualquer preconceito, resolvi assisti-lo.
Tamanha foi minha surpresa que resolvi recomendá-lo.
Assim como o Kids é focado em adolescentes, o interessante é que ele vai além de sexo e drogas, mas, ainda neste contesto, mostra suas relações familiares, aspectos psicológicos, problemas como alcoolismo, pedofilia, homossexualidade, homicídio, fanatismo religioso, suicídio, violência doméstica, incompreensão, etc.
É interessante como as pessoas convivem com seus familiares, parceiros, amigos, colegas de trabalho e desconhecem suas angústias, problemas, frustrações.
É um filme que, além de tudo, faz com que a expressão das pessoas com quem você convive já não passem tão despercebidas assim.
Ficha Técnica
»Título Original: Ken Park
»Direção: Larry Clark e Edward Lachman
»Paris de Origem: EUA/Holanda/França
»Ano de Lançamento (EUA): 2002
»Roteiro: Harmony Korine »Gênero: Drama
»Tempo de Duração: 96 minutos
»Site Oficial: www.larryclarkofficialwebsite.com
Elenco
»James Ransone (Tate)
»Tiffany Limos (Peaches)
»Stephen Jasso (Claude)
»James Bullard (Shawn)
»Mike Apaletegui
»Adam Chubbuck
Download
» Filme
» Legendas
»Título Original: Ken Park
»Direção: Larry Clark e Edward Lachman
»Paris de Origem: EUA/Holanda/França
»Ano de Lançamento (EUA): 2002
»Roteiro: Harmony Korine »Gênero: Drama
»Tempo de Duração: 96 minutos
»Site Oficial: www.larryclarkofficialwebsite.com
Elenco
»James Ransone (Tate)
»Tiffany Limos (Peaches)
»Stephen Jasso (Claude)
»James Bullard (Shawn)
»Mike Apaletegui
»Adam Chubbuck
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» Legendas
Marcadores: Cinema Americano, Drama, Larry Clark
Ele não resistia às tentações. Ele as desejava.

O Libertno é o primeiro e único trabalho desse diretor britânico. Não sabemos se ele é cheio da grana e/ou se tem bons contatos em Hollywood, mas o ponto positivo é que Laurence Dunmore neste trabalho inicial ele conseguiu juntar o bem conceituado John Malkovich, a esforçada Samanta Morton, Saramunda Pike e sua beleza natural e o talentoso Johnny Depp para garantir no mínimo que o público evite preconceitos maldosos. O filme ambientado na Londres decadente do século XVII, apresenta-nos a história de John Wilmot, o segundo conde de Rochester. O Rei Charles II na época está enfrentando graves problemas com a política internacional e tem dificuldade para lidar com o povo. Aí que entra o anti-herói John Wilmot, um poeta que se usasse a própria influência e talento poderia ajudar a monarquia. O filme agrada principalmente àqueles que gostam de filmes politizados, provocantes e que além de tudo envolva teatro, e seja biográfico. Johnny Depp em entrevista disse que este trabalho foi um dos que ele teve mais prazer em participar. Principalmente porque teve que pesquisar os escritos do verdadeiro 'Wilmot' e tentar ao máximo representar o seu comportamento intrigante.
»Título no Brasil: O Libertino
»Título Original: The Libertine
»País de Origem: Reino Unido
»Gênero: Drama
»Tempo de Duração: 114 minutos
»Ano de Lançamento: 2004
»Site Oficial: http://www.thelibertine-movie.com/
»Estúdio/Distrib.: Califórnia
»Direção: Laurence Dunmore
»Elenco: Johnny Depp,
John Malkovich,
Saramund Pike,
Samantha Morton
Download:
»Filme
»Legenda
»Título Original: The Libertine
»País de Origem: Reino Unido
»Gênero: Drama
»Tempo de Duração: 114 minutos
»Ano de Lançamento: 2004
»Site Oficial: http://www.thelibertine-movie.com/
»Estúdio/Distrib.: Califórnia
»Direção: Laurence Dunmore
»Elenco: Johnny Depp,
John Malkovich,
Saramund Pike,
Samantha Morton
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»Legenda
Marcadores: Cinema Britânico, John Malkovich, Johnny Depp, Laurense Dunmore, Samantha Morton, The Libertine
Você pode escutar meu coração? Ele ainda bate.
Os amantes do cinema francês aplaudirão de pé, os curiosos ficarão assustados com o poder da fotografia, e aqueles de bom coração terão a alma lavada depois de assistir essa obra-prima de François Ozon. É tudo magnífico. Os longos takes contemplativos cheios de simbolismos que dispensam palavras que apenas iriam limitar a compreensão da obra; A trilha belíssima do
compositor russo Arvo Pärt que combina perfeitamente com a autenticidade impressionante da atuação de Melvil Poupaud; E a direção brilhante do diretor e roteirista que certamente está entre os melhores do cinema europeu contemporâneo. Romain (Melvil Poupaud) é um fotógrafo de moda que no meio do expediente de trabalho passa mal e quando vai ao médico fazer alguns exames descobre que tem um tumor maligno, incurável. Dessa forma ele aceita a condição de que lhe restam apenas alguns meses de vida. A partir desse momento somos presenteados com um Drama tipo tragédia de fazer Leônidas chorar. Que bom que estamos diante de um filme que apresenta um relacionamento gay não de forma sensacionalista e focada; O mérito do diretor é tratar desse tema com muita naturalidade, dando a impressão que o cinema e a sociedade em geral já supereraram os preconceitos reacionários. Não é um filme gay, isso é importante destacar, 'O tempo que resta' está muito além disso. Parece-me que o desespero de Romain é saber que vai morrer em pouco tempo, o arrependimento pelos seus erros conscientes, e principalmente a fatalidade de não ter mais perspectiva de futuro, reconhecendo, assim, a derrota iminente. A fragilidade da existência é tratada de forma cruel e direta. E quanto a nós? Vamos viver para sempre? Algum carro vai nos atropelar amanhã? Talvez alguma bala perdida nos encontre, ou quem sabe o aparecimento de uma doença terminal? O que você fará com o seu tempo que resta? Pense. Pare de brincar de ser humano.»Título no Brasil: O Tempo que Resta
»Título Original: Le Temps qui Reste
»País de Origem: França
»Gênero: Drama
»Tempo de Duração: 85 minutos
»Ano de Lançamento: 2005
»Estréia no Brasil: 25/08/2006
»Site Oficial: http://www.francois-ozon.com
»Estúdio/Distrib.: Califórnia
»Direção: François Ozon
»Elenco: Melvil Poupaud. Romain
Jeanne Moreau. Laura
Valeria Bruni Tedeschi. Jany
Daniel Duval. O Pai
Marie Rivière. A Mãe
Christian Sengewald. Sasha
Louise-Anne Hippeau. Sophie
Henri de Lorme. Doctor
Walter Pagano. Bruno
Violetta Sanchez. Agent
Ugo Soussan Trabelsi. Romain criança
Alba Gaïa Kraghede Bellug. Sophie criança
Victor Poulouin. Laurent
Laurence Ragon. Notary
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Marcadores: Cinema Francês, François Ozon, Le Temps Qui Reste, Melvil Poupaud
“Ainda mantém um diário. Pois as palavras podem iluminar as sombras ao redor das coisas que designam mesmo que degradadas pelo cotidiano. As palavras retêm apenas o que é puro.”
Uma das primeiras cenas do filme parece uma seqüência de comerciais de televisão entre um capítulo de uma novela e outro. Esse momento do filme ilustra perfeitamente porque Ferdinand (personagem de Jean-Paul Belmondo), ou Pierrot, como preferir, fez o que fez.Não é nada difícil cansar dessa vida fútil e material. O filme é a realização do impulso frustrado de muitas pessoas: num dia qualquer que poderia ser apenas mais um dia, você conhece uma pessoa interessante capaz de lhe acompanhar e em qualquer loucura, você está insatisfeito com sua vida, sua esposa, seu trabalho, seus amigos, você quer fugir, em busca de qualquer coisa que justifique estar vivendo. E ao invés de ficar se martirizando ao pensar nisso, você realmente vai.
A fotografia do filme é belíssima, os personagens são imprevisíveis, excêntricos e interessantes, a história? Surpreendente. Enfim, Godard.
Ficha Técnica:
» Título em Português: O Demônio das Onze Horas
» Direção: Jean-Luc Godard
» Roteiro: Jean-Luc Godard
» Gênero: Drama
» Ano: 1965
» Origem: França/Itália
» Duração: 110 minutos
» Tipo: Longa
» IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0059592/
Elenco:
» Jean-Paul Belmondo
» Anna Karina
» Graziella Galvani
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Marcadores: Anna Karina, Cinema Francês, Drama, Jean-Luc Godard, Pierrot Le Fou
A morbidez é um ponto marcante nessa obra de François Ozon(Swimming Pool, Le temps qui reste). Desde o inicio público percebe o peso da melancolia que acompanha esse filme de Roteiro simples e direto. O tema tratado é clichê. Esposa perde marido e não consegue se livrar do seu fantasma, e apartir daí apresenta comportamento esquizofrênico, paranóico, e ao mesmo tempo frustra-se com tentativas de libertação de um passado que persiste em atormentá-la. A trilha sonora é fraca e esquisita, não condiz com a dor que a personagem Marie Drillon(Charlotte Rampling ) evidentemente sente por causa da perde inexplicável de Jean Drillon(Bruno Cremer). Os pontos positivos do filme são a ótima atuação da atriz principal, e as características básicas do cinema Francês. Também é interessante o papel do marido de Marie, que é um homem pacfivo e introspectivo ao ponto de ter guardado máguas da esposa por muito tempo, até que num dia qualquer, depois de terminar de passar protetor solar em Marie, diz que vai tomar banho de mar e subitamente desaparece. Marie começa a descobrir as possíveis causas do que aconteceu à de Jean quando vai conversar com a Sogra, que a acusa de não ter percebido e compreendido a dor que o marido guardou. Um filme que faz o espectador refletir sobre alguns pontos importantes em qualquer tipo de relacionamento. Vale a pena conferir.Ficha Técnica
» Título em português: Sob a Areia
» Gênero: Drama
» Tempo de Duração: 91 minutos
» Ano de Lançamento (França): 2000
» Estúdio: arte France Cinéma / Haut et Court / Euro Space / Fidélité Productions
» Distribuição: Haut et Court
» Direção: François Ozon
» Roteiro: Emmanuèle Bernheim, François Ozon, Marcia Romano e Marina de Van
» Produção: Olivier Delbosc e Marc Missonnier
» Música: Philippe Rombi
» Fotografia: Antoine Héberlé e Jeanne Lapoirie
» Desenho de Produção: Sandrine Canaux
» Direção de Arte: Sandrine Canaux
» Figurino: Pascaline Chavanne
» Edição: Laurence Bawedin
» Elenco: Charlotte Rampling, Bruno Cremer, Jacques Nolo, Alexandra Stewart
» Tempo de Duração: 91 minutos
» Ano de Lançamento (França): 2000
» Estúdio: arte France Cinéma / Haut et Court / Euro Space / Fidélité Productions
» Distribuição: Haut et Court
» Direção: François Ozon
» Roteiro: Emmanuèle Bernheim, François Ozon, Marcia Romano e Marina de Van
» Produção: Olivier Delbosc e Marc Missonnier
» Música: Philippe Rombi
» Fotografia: Antoine Héberlé e Jeanne Lapoirie
» Desenho de Produção: Sandrine Canaux
» Direção de Arte: Sandrine Canaux
» Figurino: Pascaline Chavanne
» Edição: Laurence Bawedin
» Elenco: Charlotte Rampling, Bruno Cremer, Jacques Nolo, Alexandra Stewart
Marcadores: Bruno Cremer, Charlotte Rampling, Cinema Francês, François Ozon, Sous Le Sable
Comentar sobre qualquer obra de David Lynch é desde incícil reconhecer limitações na argumentação. Segundo o próprio diretor, seus filmes não são feitos parare serem entendidos, mas sentidos. Certamente pode-se encontrar várias interpretações para compreender o significado de Mulholland Drive(cidade dos sonhos), Inland Empire, e até mesmo para o mais linear de seus filmes, Lost Highway (Estrada Perdida). Entretanto, quando a obra chega ao fim, é mais fácil falar sobre as sensações que nos foi provocada, do que encontrar sentido lógico para uma ou outra cena. A Estrada perdida - 1997 - conta a história de Fred Madison (Bill Pullman, de independence Day, Querida Wendy) que é condenado a pena de morte por ter assassinado cruelmente a sua esposa (Patricia Arquette, de Fast Food Nation, e Vivendo no Limite). Fred aparentemente não se lembra de ter cometido o crime, e daí em diante o filme parece que recomeça, porque novos personagens aparecem em cena, dando um novo fôlega a esse suspense cativante. A trilha sonora é o grande ponto forte, com a participação de Rammstein, Marilyn Mansn, Nine Inch Nails, The Smashing Pumpkins, entre outros. A direção de David Lynch proporciona uma atmosfera onírida em grande parte do filme, chegamos a questionar várias vezes se determinado personagem está ou não dentro de um sonho. Essa confusão é uma das qualidades dessa obra que coloca o cinema americano num patamar de alto nível. Ficha Técnica
» Título em português: A Estrada Perdida
» Título em português: A Estrada Perdida
» Direção: David Lynch
» Roteiro: David Lynch, Barry Gifford
» Gênero: Drama/Suspense
» Origem: Estados Unidos
» Duração: 135 minutos
» Tipo: Longa
» Elenco: Bill Pullman, Patricia Arquette, Robert Loggia
» Roteiro: David Lynch, Barry Gifford
» Gênero: Drama/Suspense
» Origem: Estados Unidos
» Duração: 135 minutos
» Tipo: Longa
» Elenco: Bill Pullman, Patricia Arquette, Robert Loggia
Marcadores: Bill Pullman, Cinema Americano, David Lynch, Lost Highway, Patricia Arquette
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